Os morcegos de Portugal fazem parte de um grupo de mamíferos extraordinários, capazes de voar ativamente, orientar-se na escuridão e desempenhar um papel importante no equilíbrio dos ecossistemas.
Apesar de serem frequentemente associados a grutas e edifícios antigos, estes animais também vivem em florestas, jardins, parques urbanos e zonas agrícolas. Muitas espécies passam despercebidas porque são sobretudo noturnas e utilizam abrigos discretos durante o dia.
Em Portugal continental encontram-se várias espécies de morcegos, com características, dimensões e hábitos bastante diferentes. Algumas são pequenas e adaptam-se facilmente a ambientes urbanos, enquanto outras dependem de florestas maduras ou de abrigos subterrâneos.
Neste artigo, apresentamos quatro espécies particularmente interessantes: o morcego-anão, o morcego-de-ferradura-grande, o morcego-orelhudo-cinzento e o morcego-arborícola-gigante.
Conhecer a sua alimentação, os locais onde se abrigam e as ameaças que enfrentam é um primeiro passo para compreender a importância da sua conservação.
1. A importância dos morcegos nos ecossistemas portugueses
Os morcegos europeus alimentam-se predominantemente de artrópodes, sobretudo insetos.
Ao capturarem presas durante a noite, participam na regulação natural das populações de insetos presentes em florestas, campos agrícolas e ambientes urbanos.
Entre as suas presas encontram-se frequentemente pequenas moscas, mosquitos, traças e escaravelhos.
O papel da ecolocalização
A maioria dos morcegos portugueses utiliza a ecolocalização para se orientar e localizar presas.
Durante o voo, emitem sons de frequência elevada, muitos deles inaudíveis para os seres humanos.
Esses sons refletem-se nos objetos e regressam sob a forma de ecos.
A interpretação dos ecos permite ao morcego identificar obstáculos, estimar distâncias e localizar pequenos animais em movimento.
A ecolocalização é especialmente importante durante a caça noturna.
Porque precisam de proteção
Os morcegos enfrentam várias ameaças, incluindo a destruição de abrigos, a perda de habitats de alimentação e a perturbação das colónias.
A redução de árvores antigas, a renovação inadequada de edifícios e a alteração de grutas ou minas podem eliminar locais essenciais à sua sobrevivência.
Segundo o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), todas as espécies de morcegos estão legalmente protegidas na União Europeia.
2. Morcego-anão: um pequeno habitante das cidades
Nome científico: Pipistrellus pipistrellus
O morcego-anão é uma das espécies mais conhecidas e frequentemente observadas em ambientes humanizados.
O seu tamanho reduzido permite-lhe utilizar pequenos espaços como abrigo, incluindo fendas de edifícios e cavidades estreitas.
Identificação e características
O morcego-anão apresenta geralmente uma pelagem castanha, com tonalidades que podem variar entre indivíduos.
Possui orelhas relativamente pequenas e asas estreitas, adequadas a um voo rápido e ágil.
O corpo mede aproximadamente 3,5 a 5 centímetros, enquanto a envergadura pode aproximar-se dos 20 centímetros.
Apesar das pequenas dimensões, consegue percorrer áreas consideráveis durante a procura de alimento.
A identificação rigorosa pode exigir conhecimentos especializados, pois existem espécies semelhantes, como o morcego-pigmeu (Pipistrellus pygmaeus).
Alimentação
Alimenta-se principalmente de pequenos insetos voadores.
Pode ser observado a caçar perto de árvores, sebes, cursos de água e outros locais onde se concentram insetos.
Em ambientes urbanos, também pode procurar alimento nas proximidades de iluminação artificial, embora a iluminação excessiva possa prejudicar outras espécies de morcegos.
Abrigos e hibernação
O morcego-anão utiliza uma grande variedade de abrigos.
Entre eles encontram-se fendas em paredes, espaços sob telhas e cavidades de árvores.
Durante os períodos mais frios, pode entrar num estado de torpor prolongado, reduzindo a atividade e o consumo de energia.
A duração da inatividade depende das condições meteorológicas e da disponibilidade de alimento.
Conservação
A manutenção de árvores antigas, a preservação de abrigos e a redução da utilização desnecessária de inseticidas contribuem para proteger esta espécie.
3. Morcego-de-ferradura-grande: especialista em abrigos subterrâneos
Nome científico: Rhinolophus ferrumequinum
O morcego-de-ferradura-grande distingue-se facilmente de muitos outros morcegos europeus pela estrutura particular do nariz.
É uma espécie associada a paisagens rurais, zonas arborizadas e locais com abrigos adequados.
Identificação e características
O nome deriva de uma estrutura nasal em forma de ferradura.
Esta estrutura participa na emissão dos sons utilizados na ecolocalização.
O corpo mede aproximadamente 5,5 a 7 centímetros, podendo a envergadura atingir cerca de 35 a 40 centímetros.
Quando repousa, é frequente envolver o corpo com as asas, ficando suspenso de cabeça para baixo.
Alimentação
O morcego-de-ferradura-grande alimenta-se sobretudo de insetos, incluindo traças e escaravelhos.
Procura alimento em paisagens com árvores, sebes, pastagens e margens florestais.
A diversidade de habitats é importante porque permite encontrar diferentes presas ao longo do ano.
Abrigos e hibernação
Durante a época de reprodução, pode utilizar edifícios tranquilos e abrigos subterrâneos.
No inverno, procura frequentemente grutas, minas e outros locais protegidos, com condições adequadas de temperatura e humidade.
A perturbação durante a hibernação pode obrigar o animal a despertar e consumir reservas energéticas importantes.
Por esse motivo, os abrigos de inverno devem permanecer tranquilos.
Conservação
A espécie é particularmente sensível à destruição e perturbação dos locais de abrigo.
A preservação de edifícios utilizados por colónias, grutas e habitats de alimentação é essencial.
O ICNF desenvolve ações de monitorização e conservação de abrigos subterrâneos importantes para morcegos cavernícolas.
4. Morcego-orelhudo-cinzento: um caçador de grandes orelhas
Nome científico: Plecotus austriacus
O morcego-orelhudo-cinzento apresenta uma das características físicas mais marcantes entre os morcegos portugueses: orelhas extraordinariamente compridas.
Estas estruturas ajudam-no a detetar sons produzidos pelas presas.
Identificação e características
O corpo mede aproximadamente 4 a 6 centímetros.
As orelhas podem atingir cerca de 3 a 4 centímetros de comprimento, representando uma parte significativa do tamanho corporal.
A pelagem apresenta normalmente tonalidades acinzentadas no dorso e mais claras na região ventral.
Quando repousa, pode dobrar parcialmente as orelhas para trás.
A distinção entre esta espécie e o morcego-orelhudo-castanho exige frequentemente observação especializada.
Alimentação
O morcego-orelhudo-cinzento alimenta-se principalmente de insetos, incluindo traças.
Ao contrário de espécies que dependem sobretudo da ecolocalização, também utiliza a audição passiva para detetar movimentos e sons das presas.
Pode capturar insetos em voo ou recolhê-los diretamente da vegetação.
Abrigos e hibernação
Durante os meses mais quentes, pode utilizar sótãos, edifícios tranquilos e outros espaços protegidos.
No inverno, procura abrigos com condições adequadas para períodos de inatividade, incluindo cavidades e estruturas subterrâneas.
A disponibilidade de locais seguros é importante para a reprodução e a sobrevivência durante o inverno.
Conservação
A preservação de edifícios utilizados por colónias e a manutenção de paisagens com vegetação diversificada favorecem esta espécie.
As obras de renovação devem considerar a possível presença de morcegos, especialmente durante a época de reprodução.
5. Morcego-arborícola-gigante: um dos maiores morcegos europeus
Nome científico: Nyctalus lasiopterus
O morcego-arborícola-gigante é uma espécie particularmente impressionante pelas suas dimensões e pelos seus hábitos alimentares.
É considerado o maior morcego da Europa em termos de tamanho corporal.
Identificação e características
O corpo pode aproximar-se dos 9 a 10 centímetros, enquanto a envergadura pode ultrapassar os 40 centímetros.
Apresenta pelagem castanha e asas relativamente longas e estreitas.
Estas características favorecem o voo em espaços abertos e sobre áreas florestais.
O seu tamanho ajuda a distingui-lo de espécies mais pequenas, embora a identificação no terreno continue a exigir experiência.
Alimentação
A alimentação desta espécie apresenta uma particularidade interessante.
Além de capturar insetos de grande dimensão, existem registos científicos de consumo de pequenas aves, especialmente durante períodos de migração.
Este comportamento é invulgar entre os morcegos europeus.
No entanto, a sua alimentação não se limita às aves, sendo os insetos também importantes na dieta.
Abrigos e hibernação
O morcego-arborícola-gigante está fortemente associado a árvores de grande porte.
Utiliza cavidades naturais nos troncos, incluindo espaços formados pelo envelhecimento das árvores ou pela atividade de pica-paus.
Durante períodos frios, pode utilizar cavidades protegidas para reduzir a atividade.
A disponibilidade de árvores maduras com cavidades é particularmente importante para esta espécie.
Conservação
A remoção de árvores antigas representa uma ameaça significativa.
Mesmo árvores parcialmente secas podem conter cavidades utilizadas como abrigo, desde que não representem um perigo que exija intervenção.
A conservação de florestas maduras e de árvores com cavidades contribui para proteger esta espécie.
O ICNF inclui o morcego-arborícola-gigante entre as espécies registadas em Portugal.
6. Comparação das quatro espécies
| Espécie | Característica principal | Alimentação | Abrigos habituais |
|---|---|---|---|
| Morcego-anão | Dimensões muito pequenas | Pequenos insetos | Edifícios e árvores |
| Morcego-de-ferradura-grande | Estrutura nasal em ferradura | Traças e escaravelhos | Grutas e edifícios |
| Morcego-orelhudo-cinzento | Orelhas muito compridas | Insetos, sobretudo traças | Edifícios e cavidades |
| Morcego-arborícola-gigante | Grande tamanho corporal | Insetos e ocasionalmente pequenas aves | Cavidades de árvores |
Estas características ajudam a compreender as diferenças ecológicas entre as espécies.
Contudo, a identificação de morcegos não deve basear-se apenas no tamanho ou na aparência observada durante o voo.
Muitas espécies são semelhantes e exigem métodos especializados de identificação.
7. Hibernação dos morcegos em Portugal

Durante o inverno, a disponibilidade de insetos diminui em muitas regiões.
Para enfrentar esta redução de alimento, vários morcegos entram em períodos de torpor ou hibernação.
Como funciona a hibernação
Durante a hibernação, a temperatura corporal, a frequência cardíaca e o metabolismo diminuem.
Esta adaptação permite reduzir o consumo de energia.
Os animais dependem das reservas acumuladas durante os meses anteriores.
Porque é importante evitar perturbações
Quando um morcego hibernante é perturbado, pode despertar e gastar uma quantidade significativa de energia.
Despertares repetidos podem comprometer a sua sobrevivência.
Por isso, deve evitar-se entrar em grutas, minas ou outros abrigos conhecidos durante períodos sensíveis, salvo quando exista autorização e acompanhamento adequado.
8. Proteção legal dos morcegos em Portugal
Todas as espécies de morcegos presentes em Portugal beneficiam de proteção legal.
A legislação portuguesa, nomeadamente o Decreto-Lei n.º 140/99, de 24 de abril, na sua redação atual, estabelece medidas de conservação relacionadas com a proteção de espécies e habitats naturais.
Portugal também participa no acordo internacional EUROBATS, dedicado à conservação das populações de morcegos europeus.
Atividades que podem prejudicar os morcegos
A captura, a morte deliberada e a perturbação intencional de morcegos protegidos são proibidas nos termos da legislação aplicável.
A destruição de locais de reprodução e repouso também pode constituir uma infração.
Por isso, antes de realizar obras num edifício ocupado por morcegos, deve procurar orientação junto do ICNF.
A presença de uma colónia não significa necessariamente que seja impossível realizar obras, mas pode exigir adaptações e medidas de proteção.
O ICNF disponibiliza informações sobre a legislação e as medidas de conservação destas espécies.
9. O que fazer ao encontrar um morcego
Encontrar um morcego dentro de casa pode causar surpresa, mas a maioria destas situações pode ser resolvida sem prejudicar o animal.
Morcego a voar dentro de casa
Se um morcego entrar numa divisão durante a noite, mantenha a calma.
Afaste crianças e animais domésticos, feche as portas interiores e abra uma janela para o exterior.
Desligue a iluminação e deixe o espaço tranquilo.
Se estiver saudável, o morcego poderá encontrar a saída sozinho.
Morcego encontrado no chão
Um morcego encontrado no chão pode estar ferido, debilitado ou simplesmente desorientado.
Evite tocar-lhe diretamente.
Não tente alimentá-lo nem forçar o voo.
Se apresentar ferimentos, não conseguir voar ou estiver numa situação de perigo, contacte um centro de recuperação de fauna selvagem ou o ICNF.
Cuidados de segurança
Nunca manuseie um morcego com as mãos desprotegidas.
Embora geralmente evitem o contacto humano, podem morder quando se sentem ameaçados.
Se ocorrer uma mordedura, arranhão ou possível contacto de saliva com uma ferida ou mucosa, lave imediatamente a zona exposta com água e sabão e procure avaliação médica urgente, devido ao risco de infeções, incluindo raiva.
As recomendações do ICNF incluem minimizar o manuseamento e procurar ajuda especializada quando necessário.
10. Caixas-abrigo para morcegos: uma ajuda no jardim
As caixas-abrigo são estruturas artificiais concebidas para oferecer locais de repouso a determinadas espécies de morcegos.
Podem ser instaladas em jardins, quintas, parques e outros espaços adequados.
No entanto, não substituem a conservação dos abrigos naturais.
Características de uma boa caixa-abrigo
Uma caixa adequada deve apresentar uma estrutura fechada, com uma entrada estreita na parte inferior.
O interior deve permitir que os morcegos se agarrem às superfícies.
A madeira não tratada com produtos tóxicos é uma opção habitual.
As dimensões variam conforme o modelo e as espécies a que se destina.
Localização e instalação
Escolha um local relativamente tranquilo, protegido de perturbações frequentes e com espaço livre para a entrada e saída dos animais.
Em muitos projetos, as caixas são instaladas a aproximadamente 3 a 5 metros de altura.
A orientação deve considerar o clima local, evitando exposição excessiva ao calor.
Também é importante manter as caixas afastadas de iluminação artificial intensa.
Cuidados importantes
As caixas não devem ser abertas ou manipuladas quando estiverem ocupadas.
A instalação não garante que sejam utilizadas imediatamente.
Algumas podem permanecer desocupadas durante bastante tempo.
Antes de instalar várias caixas, é aconselhável procurar orientações técnicas adequadas às espécies e às condições locais.
O morcego-anão é uma das espécies que pode utilizar caixas-abrigo artificiais.
11. Como tornar o jardim mais favorável aos morcegos
A proteção dos morcegos não depende apenas da instalação de abrigos.
A qualidade do habitat envolvente é igualmente importante.
Preservar árvores antigas
As árvores maduras podem apresentar cavidades e fendas utilizadas como locais de repouso.
Sempre que não exista risco para pessoas ou estruturas, a sua conservação beneficia diversas espécies de fauna selvagem.
Cultivar plantas adaptadas à região
Um jardim com vegetação diversificada pode favorecer a presença de insetos que servem de alimento aos morcegos.
Prefira espécies vegetais adequadas ao clima e às características do solo.
Reduzir a iluminação noturna
A iluminação artificial excessiva pode alterar os movimentos e os comportamentos de alimentação de algumas espécies.
Utilize iluminação direcionada e apenas durante os períodos necessários.
Evitar pesticidas desnecessários
A utilização excessiva de inseticidas pode reduzir a disponibilidade de presas.
Uma gestão equilibrada do jardim, com métodos de controlo adequados e seletivos, ajuda a preservar a biodiversidade.
12. Perguntas frequentes sobre morcegos de Portugal
Os morcegos de Portugal são perigosos?
Os morcegos não procuram atacar pessoas e geralmente evitam o contacto humano.
Contudo, são animais selvagens e não devem ser manuseados sem proteção.
Perante uma mordedura ou exposição suspeita, é necessária avaliação médica.
Os morcegos alimentam-se de sangue?
As espécies de morcegos presentes em Portugal não se alimentam de sangue.
A maioria alimenta-se de insetos e outros artrópodes.
Os morcegos são cegos?
Não.
Os morcegos possuem visão e utilizam-na em conjunto com outros sentidos.
A ecolocalização permite-lhes orientar-se e localizar presas, especialmente em condições de pouca luz.
Os morcegos hibernam durante todo o inverno?
A duração da hibernação varia conforme a espécie, a região e as condições meteorológicas.
Alguns morcegos podem despertar durante períodos de temperaturas mais amenas.
Posso instalar uma caixa para morcegos no jardim?
Sim, desde que seja utilizada uma estrutura adequada e instalada num local seguro.
É importante compreender que a ocupação não é garantida e que as caixas não substituem os abrigos naturais.
É permitido retirar morcegos de um telhado?
A presença de morcegos protegidos exige cuidados especiais.
A remoção ou exclusão de uma colónia não deve ser realizada sem orientação técnica e cumprimento da legislação aplicável.
Contacte o ICNF antes de iniciar qualquer intervenção.
Qual é o maior morcego de Portugal?
O morcego-arborícola-gigante (Nyctalus lasiopterus) é uma das maiores espécies de morcegos presentes em Portugal e é considerado o maior morcego europeu em tamanho corporal.
13. Conclusão
Os morcegos de Portugal representam uma parte importante da biodiversidade nacional.
O pequeno morcego-anão, o morcego-de-ferradura-grande, o morcego-orelhudo-cinzento e o impressionante morcego-arborícola-gigante demonstram a diversidade de adaptações existentes neste grupo de mamíferos.
Cada espécie apresenta características próprias, desde a utilização de pequenas fendas em edifícios até à dependência de cavidades em árvores antigas.
Apesar das diferenças, todas necessitam de locais seguros para descansar, reproduzir-se e sobreviver aos períodos mais frios.
A conservação dos seus habitats, a proteção das colónias e a redução das perturbações humanas são medidas fundamentais.
Também é possível contribuir através de pequenas ações, como preservar árvores maduras, reduzir a iluminação artificial e manter jardins favoráveis à biodiversidade.
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Descubra quatro espécies de morcegos presentes em Portugal, as suas características, alimentação e abrigos. Conheça também a importância da hibernação, a proteção legal e as melhores práticas para ajudar estes mamíferos.
Fontes oficiais
As informações sobre identificação, distribuição, habitats e conservação foram fundamentadas em publicações do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
1. ICNF — Morcegos de Portugal
Informações oficiais sobre espécies, distribuição, proteção legal e conservação dos morcegos portugueses.
2. ICNF — Atlas dos Morcegos de Portugal Continental
Informações sobre a ecologia, alimentação, abrigos e conservação do morcego-anão.
3. ICNF — Morcegos Arborícolas
Caracterização das espécies do género Nyctalus, incluindo o morcego-arborícola-gigante.
4. ICNF — Guia de Coabitação e Exclusão de Morcegos em Edifícios
Orientações para situações de presença de morcegos em habitações e edifícios.
5. ICNF — O que Fazer em Caso de Encontrar um Morcego
Recomendações oficiais para lidar com morcegos encontrados dentro de habitações ou em situações de vulnerabilidade.
Nota editorial: as características e dimensões apresentadas são aproximadas. A identificação definitiva de espécies semelhantes pode exigir observação especializada ou análise de vocalizações.